domingo, 29 de maio de 2011

Capítulo 7 - O encontro - Amores de uma vida I

        Eu a avistei ao longe. Meu coração passou a bater mais rápido e desacelerado. Tudo ao mesmo tempo. Respirava fundo a cada passo que dava. Aquela cena só acontecia nos meus sonhos mais profundos! De costas, ela continuava a mesma. Mas será que por dentro também? Fui me achegando, a pressão arterial foi se acentuando. Parecia que estava subindo, degrau a degrau, de volta ao paraíso. Coloquei uns óculos escuros só pra criar um charme. Mas ela não estava vendo eu me aproximar. Resolvi fazer uma brincadeira boba, daquelas que não fazemos mais, estilo "adivinha quem é?". Minhas mãos suadas tocaram o rosto dela pela primeira vez. Nem quando eu a avistava todos os dias tive tal relação íntima. A resposta, ela já sabia. Sentei ao seu lado. Olhei e analisei todo o monumento sem dizer uma palavra. Continuava a mesma. A minha doce... Ela dirigiu a vista pra mim e devolvi, bem nos fundos dos seus olhos. Enxerguei a menininha que eu me despedi a alguns anos atrás. Apenas a aparência tinha um leve toque do tempo. Perguntas sem base saíram da minha boca balbuciadamente. Não conseguia parar de tremer. Não conseguia acreditar que eu estava ali. Se sentimentos pudessem ser expressos por imagens, todos ali veriam uma grande apoteose com fogos de artifício e tudo. Foi como o ascender de uma chama na escuridão - Não tinha uma comparação melhor. Foi como... como... como...Como algo divino!
Não descarto a ideia de que Deus havia separado aquele momento. Por um instante, esqueci de mágoas, dos meus anseios, das minhas angústias, dos meus sofrimentos. Ela me fazia esquecer de tudo isso. Me fazia sentir preenchido. Nada mais no mundo me importava. Aqueles milésimos de segundo eram cravados no meu coração e iriam se eternizar em minha mente. Ela conseguia prender minha atenção mais que qualquer coisa. Esqueci de tudo o que passei, de coisas que eu enfrentei para estar ali. E esqueci do principal: Ela estava namorando! No meio dos meus delírios, fui acordado quase como num estalar, numa bofetada. Não me conformava com aquilo! Quem era ele? O que ele sabia sobre ela? Eu estive ao lado dela muito mais tempo. A conhecia muito melhor. Sabia das coisas que ela mais gostava. Um acidente geográfico fez com que ela não enxergasse isso. Mas resolvi deixar isso de lado e aproveitar aqueles segundo que tanto me custaram o juízo! Pedi para registrarmos aquele momento. Ela alegou que estava desarrumada, desajeitada. Para mim, ela continuava perfeita e linda como sempre achei. Abracei-a pela primeira vez. Nem quando eu a tinha à mão experimentei tal relação íntima. Eu estava realizado mesmo sem acontecer, nem por esbarrão, uma aproximidade de lábios. Como toda história de amor tem que ter alguns "estraga-prazeres", eu não fui o único a desfrutar das palavras dela. Comigo, lembro-te, foram vários amigos, meus e dela, que, como eu, estava com saudades e muitos assuntos para pôr em dia. Tive que dividir a atenção dela com eles. A quebra de todo esse momento singelo que passei nas nuvens, me fez descer e experimentar de outro sentimento que nunca havia passado pela minha cabeça. O ciúme estava me corroendo a ponto de me deixar irritado. Eu estava deixando de me declarar pra ela, fazer ela suspirar com minhas palavras por causa deles. Lembro que disse a ela que iria escrever,  em seu caderno, outra música que compus pensando nela - A primeira já tinha virado lixo; ela perdeu na mudança. Ela fez pouco caso porque a conversa com aqueles "baldes-de-água-fria" estava mais interessante. Não era culpa dela. Só estava sendo ela. Nem culpa deles, afinal não eram delinquentes apenas pelo fato de conhecerem ela. Culpava a situação, o destino, seja lá o que for, por esta inconveniência. Mas mesmo assim não desisti! Disputei a atenção dela arduamente. Horas passaram-se como segundos. Chegou o tempo dela se despedir. E todos preferiram entrar, mas eu não! Preferi levá-la até o portal. Acompanhá-la até o último e menor espaço apreciável de tempo. O local que nos alojava era bem grande e me fez ganhar alguns instantes a mais para conversar. Conversamos sobre algumas coisas. Fiz ela rir um pouco. Ela me fez rir um pouco. Mas resquícios daquela minha frouxidão pueril misturado com o respeito maduro ao seu companheiro me fizeram não tomar uma posição drástica naquele momento. Meu jeito romântico me impedia de agarrá-la e sugar até o último átomo de oxigênio de seu ser. Não podia ser assim! Tinha muita gente olhando e pouca coragem. Nossos passos tímidos traduziam o quanto os dois queriam que aqueles minutos não passasem. Até que cheguei na porta e disse um adeus. Quase que implorei pra que ela não fosse embora, mas que ficasse de vez em meus braços, no meu coração, em minha vida. Vi-a caminhando, voltando para casa, para a vida onde eu não estava. Até que desapareceu na imensidão daquela cidade grande, mas com toque interiorano. Entrei de volta e alguns bisbilhoteiros, daquele local, me olhavam com admiração. Apenas uma mísera oportunidade, mas quase nenhuma privacidade e quase nenhuma exclusividade eu tive. Apesar de todo o meu aborrecimento, o encanto do encontro ainda me deixava bobo. Ela continuava, sim, a mesma! O mesmo sorriso, o mesmo cuidado, a mesma gargalhada que havia me conquistado. Mas não sabia se a veria de novo. Ainda continuaria na cidade por alguns dias. Mas teria outra oportunidade? Outra elevação ao paraíso? Outro suspiro em meio as minhas falas? Só o tempo iria me responder.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Cego, surdo e mudo

Estou cego, surdo e mudo para suas críticas.
Prefiro não me atrapalhar com coisas pequenas.
Estou cego, surdo e mudo para os seus deboches
Algum dia vai se arrepender do que disse sem precisar me mexer.
Estou cego, surdo e mudo para o teu mundo
As coisas vãs que ele traz são tristes demais para serem apreciadas
Estou cego, surdo e mudo para a tristeza que você me traz
Prefiro amar outra ao invés de me lamentar por ti.
Estou cego, surdo e mudo para tudo o que você faz
Prefiro te ignorar e deixar você tropeçar nos próprios passos.

Prefiro não ver aquilo que você faz com ele
Prefiro não ouvir os estalos dos seus beijos amorosos com outrem
Prefiro não falar, não praguejar aquilo que, realmente,
Não se deve desejar a ninguém.
Quero não ver o mal que você me faz
Quero não ter que ouvir mais músicas nostálgicas para aquietar meu coração
Quero não precisar compor mais canções para você se encantar.
Quero viver sem luz, sem som, sem nenhuma fala.
O silêncio é o meu maior aliado.
Será que ele te mudará?
Esse vazio que me refiro só é preenchido por uma coisa: o amor de outra pessoa
E esse vazio já está preenchido!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Você me faz tão bem

Você me faz tão bem...
Nunca um sorriso foi tão frouxo em minha boca;
Nunca uma música foi, para mim, tão fácil de compor;
Nunca as coisas ganharam tanto sentido;
Nunca vivi tão plenamente como agora.

Você me faz tão bem e já não sou mais melancólico.
Não vago mais por ai atrás de um amor.
Não procuro mais entender a indignação de uma flor.
Apenas, sinto, apenas toco, apenas sou feliz!

Você me faz tão bem.....
Com você, aprendi a não olhar pros dois lados antes de atravessar.
Aprendi que o pôr do sol só é completo à  dois.
Aprendi a não mais deixar a sandália do lado de fora da porta
Aprendi que chegar atrasado faz parte de viver intensamente
Aprendi a não mais deixar os outros impor suas opiniões,  Eu tenho que responder sempre.



Aprendi que usar perfume nunca é dispensável.
Aprendi a não mais fugir do que se tem medo
Aprendi que pipoca do cinema é mais cara, mas é a mais gostosa.
Aprendi que cabelo ruim não se usa de lado.
Aprendi a comer iogurte só com a boca.
Aprendi que preciso respirar para falar.
Aprendi a andar pela chuva ao invés de correr
É muito mais prazeroso
Aprendi que não se precisa de faca para se comer uma manga.
Aprendi a não pentear o cabelo em dias de chuva 
Irão ficar bagunçados mesmo!
Aprendi que o bolo sempre é melhor no dia seguinte

Aprendi que amar você é uma das coisas mais maravilhosas que eu já senti!

domingo, 15 de maio de 2011

Um banho num riacho em vez de uma boa aula

      O tempo estava muito chuvoso. As nuvens não nos deram trégua durante aqueles dias. Passei de carro por uma dessas avenidas em que as bocas-de-lobo estão tapadas por falta de educação. O automóvel seguia com um pouco de dificuldade, mas rápido o suficiente para eu só conseguir ver o essencial de todas as diferentes paisagens pelas quais passávamos naquela rodovia. Uma, em especial, me saltou os olhos. Teve a mesma duração de tantas outras imagens que vi. Mas talvez o fato que estava subentendido nela tenha me chamado mais atenção do que qualquer outra que tenha visto neste dia tão opressor.
       Alguns meninos, aparentemente da minha idade, estavam numa ponte, olhando um riacho que estava elevado devido ao tempo fechado. E estavam prestes a pular lá. O clima era de diversão, entretenimento e nenhum estudo. Eu estava indo para a minha instituição de aprendizado enquanto eles estavam decidindo se iriam para a lama ou não. A situação logo me indignou e me fez refletir sobre algumas questões tão importantes. Qual era o motivo deles estarem ali? Falta de oportunidade? Falta de monitoramento? Falta de auxílio do governo? Falta de consciência?
      Provavelmente aqueles jovens não tinham ideia do que estavam fazendo. Provavelmente aqueles jovens não tiveram oportunidade ou vontade de naquela linda manhã irem ler um bom livro para garantir o seu futuro. Provavelmente aqueles jovens não tinham sonho e serão cidadãos-objetos daqui a alguns anos. O caso se tornou mais complexo na minha mente. Entendi que é uma junção de tudo. O governo tenta fazer a sua parte. Levanta mais escolas, modestamente, mas ainda não é o suficiente. A qualidade dessas novas instituições é questionável e criticável. Os pais desses jovens provavelmente não tiveram chance e não tem como dar essa chance a seus filhos. Preferem passar a diante a sua fala de expectativa e a crença de que cada vez mais o estudo não levanta as pessoas. Ou por não poderem ou por não quererem. Aqueles jovens estavam vivendo o momento. O pensamento em estudar para ser alguém na vida quase nem passava pelas suas mentes. Mas até quando serão jovens? Será que irão viver de risadas no futuro? Alegria não enche barriga. É essencial, mas não alimenta. A solução para essa situação chama-se mobilização. A realização desse projeto chama-se iniciativa. A construção de um futuro chama-se vida.

domingo, 8 de maio de 2011

Capítulo 6 - A viagem rumo ao amor - Amores de uma vida I

    A euforia do conhecimento do resultado do concurso logo se acabou. Outro fato me desanimou por completo: A fala de apoio financeiro do colégio. Não que eles não quisessem, mas não tinham como. Os gastos extras fizeram com que o impossibilitasse de nos garantir toda a viagem. Tivemos que procurar patrocínio externo. A dúvida se realmente iria vê-la ou não já me consumia e a quebra da possibilidade  de ir pelo simples fato de apoio e não de capacidade, me irava. Pensei logo em todas as tardes que perdi, provas que fiz e, principalmente, na chance que iria perder. No começo, fiquei muito irritado com o colégio e não adimitia nenhuma desculpa. Aos poucos vi que realmente não era má vontade e, sim, falta de recursos mesmo! Procurei todos os meus contatos e amigos, vasculhando tudo, buscando qualquer ponta de esperança. E a achei. Um velho conhecido, com influência, podia nos ajudar, mas não era nada garantido. Foram precisos muitos vai-e-vem até chegar ao momento final, na decisão que daria uma chance de um, talvez, final feliz. Até que, perto do dia da viagem, conseguimos o tão esperado auxílio. Fizemos todo o processo, todos os requisitos.   

A cada passo, a cada documento parecia que algo faltava. Sempre achava que iria acontecer alguma coisa e iria me impedir de ir. Talvez pelo fato de que ainda não tínhamos feito criar crédito que realmente iríamos. Já tinha viajado de avião, mas já fazia tempo. Nem me lembrava como era. Eu estava animado. Qualquer movimento ou momento era uma alegria, uma nova percepção, afinal, não é todo dia que o seu esforço pode ser recompensado. Tentei gravar em minha mente todas as imagens, todas as lembranças. A madrugada logo saiu para dar lugar à manhã tamanha era minha felicidade! Bom-humor, agora, já fazia parte, novamente, do meu cotidiano. Tudo era novo e especial. O frio daquele lugar era bem diferente do clima da minha terrinha totalmente aconchegante. As feições das pessoas eram bem diferentes das que eu estava acostumado. Os campos eram bem diferentes do mar que eu estava habituado a ver. Decididamente, me encontrava em outro lugar. Apesar de eu estar com uma boa quantidade de companheiros do colégio, me sentia sozinho, mergulhado em pensamentos. Perguntas como : "O que vai acontecer?" e "Como ela está?" rodeavam a minha cabeça, me afastando de toda a anarquia manifesta em nosso grupo.  A comparação de onde eu vim com onde me achava se fez presente em todo o tempo. "Lá é assim!" e "Aqui é assim!" eram expressões que não saíam das nossas bocas, refletindo o verdadeiro impacto de se encontrar longe de casa. A distância da proteção assídua dos meus pais fez-me repensar em valores e ter uma maturidade imediata. Nunca tinha cuidado, diretamente, do meu dinheiro, sensação bastante prazerosa.
Até aqui, ela não sabia de nada. Foi bem difícil e bastante rápido conseguir ir pra lá. E eu, estava tão feliz que nem me lembrei de contá-la. Ao relatar onde estava, a reação dela foi quase como a minha ao chegar lá: quase não cremos que tudo aquilo estava se sucedendo. Ao mesmo tempo que estava feliz, estava reflexivo. Ela tinha namorado e, por alguns momentos, quase esqueci deste pequeno detalhe. Não sabia até aonde ela iria. Se podia me beijar ou não, se faria algo ou respeitaria o fato de estar com ele. E eu ficava preocupado porque se ela ficasse comigo estaria traindo ele e não queria que isso acontecesse. Mas, ao mesmo tempo, não queria perder a oportunidade. Era eu ou ele. Era o meu grande dilema. Mesmo assim, marquei um dia para nos encontrarmos. O dia passou se arrastando e a hora de vê-la parecia quase não chegar. Olhava tanto pro relógio que até via as horas repetidas e as horas iguais aos minutos. Até que recebi um texto com uma única palavra: "Cheguei". Aquilo fez-me arrepiar todo. Enfim, era o momento tão aguardado! Um gelo tomou toda a minha espinha. Um calafrio percorreu todo o meu corpo. Eu estava prestes a abraçá-la de novo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Morte de um homem ou vingança de uma nação?

 


 Do lado de quem você está?








             Gritos de euforia, choros amargosos de uma perda. A morte de um homem terrorista - mas homem - foi comemorada como uma grande vitória numa praça norte-americana. Alguns dizem que a justiça foi feita. Alguns dizem que a injustiça foi feita. Alguns dizem que estamos a beira de uma crise mundial. O que pensar da morte de Osama Bin Laden?
             Onze de Setembro, dia do terror, do pavor, do descobrimento do terrorismo como ameaça internacional. Um avião adentra duas torres consideradas as mais altas do mundo de um país considerado o mais poderoso do mundo. Quando o prédio começa a pegar fogo, pessoas se jogam de lá de cima. Não sabem mais o que fazer. Lá se vão cerca de duas mil pessoas que sonhavam, que estavam buscando o melhor para suas vidas, que estavam vivendo. Nesse meio, temos ainda policiais, bombeiros e outros tantos que morreram tentando salvar de outros. Que dia triste! Lembro-me que nesse dia, eu fui viajar. Era pequenino e não me dava conta do que estava a minha volta. Eu iria embarcar num avião e estava vendo, pela televisão, que essa engenhoca não servia só para transportar pessoas. Servia também para ferir o ego de uma nação, causar estragos irreparáveis, promover uma pane mundial.
             Um chefe islâmico, ou seja lá no que ele acreditava, foi apontado como o culpado por tudo o que aconteceu. Milhões de corações, revoltados, indignados, se voltaram para ele:  Osama Bin Laden. Ele teria que ser morto a todo custo. Feriu a grande nação e agora não podiam ficar de braços cruzados. Matou a muitos em nome de sua religião. Louco? Fanático? Ingênuo? Não...Apenas acreditava em algo e lutava por isso. Não era certo, mas defendia com unhas e dentes o que acreditava. Não o admiro, não o questiono, não o aceito. Repudio todos os seus atos. Mas não fiquei alegre com sua morte! Milhões de pessoas foram às praças comemorar o grande feito. A justiça tinha sido realizada. Justiça ou vingança? Será que realmente foi uma troca justa? Cerca de dois mil pelos milhares que morreram no Paquistão? Gente inocente que não era nem de uma lado nem de outro, mas morreram por estar no lugar errado e no dia errado. A grande democracia mostrou seu lado negro, seu lado perverso. Torturou, matou se dizendo "condutora" à proteção do mundo contra o terrorismo. Palmas para a águia em seu vôo magistral! Era isso o que vocês queriam? Que mais gente morresse, que mais gente sofresse? E o revanchismo? Saiu o terrorismo e entrou um pavor pior: uma Terceira Guerra Mundial!
             A fotografia e o testamento do líder niilista parecem brinquedos nas mãos dos estadunidenses. Parecem que o ódio e vingança fizeram eles esquecer que pessoas tinham respeito pelo falecido. Que pessoas acreditavam no falecido, que o seguiam. Corações, agora, pedem paz. Turbantes, agora, pedem paz. Olhos puxados, agora, pedem paz. Castanholas e o samba, agora, pedem paz. Barrigas vazias, agora, pedem paz. Todos, agora, clamam pela paz. Apenas uma grande águia, com suas enormes garras e seu bico quase retorcido, insiste em voar para o bote. 
       Amigos, estamos vendo a nossa história sendo escrita. Lembram-se quando estudamos a Segunda Guerra Mundial? Será assim que iremos contar aos nosso netos como foi a caçada a Bin Laden e todo o evento do 11 de Setembro. Por isso vejam, estudem, se informem.. O terror desses dias não pode se repetir. Parece que estamos vendo uma página nova sendo virada no âmbito global. O que nos aguarda? Uma outra grande guerra mundial? Ou mais um período de turbulências? Espero que seja um novo recomeço.. Mas agora para a Paz.